Na época de Cristo, a mulher não era nem contada. Tão menos tinha direito de opinar sobre o regime de governo predominante. Porém, com o passar dos tempos houve um avanço. Dos anos 30 para cá no Brasil, por exemplo, posso dizer que teve uma mudança significativa, já que, em 1932, a mulher conquistou o direito ao voto. A partir de então, a mulher ganhou a oportunidade de candidatar-se a cargos eletivos, representando assim a classe feminina. Os direitos das mulheres começaram a ser debatidos nos Poderes Constituintes. A mulher deixou o posto de "escrava do lar" e foi trabalhar fora.
Pela dedicação exercida na atividade em que atua, com o objetivo de ganhar o espaço que antes era apenas do homem, começou a se destacar com certa rapidez. Hoje podemos sair às ruas de cabeça erguida. Além do que, há uma lei que nos ampara das agressões dos homens, que usam da força física para demonstrar poder sobre nós. É uma pena que foi preciso uma mulher ser vítima de tiro e ficar paraplégica e, depois disso, ainda sofresse tentativa de morte por eletrocutação, para que o Congresso Nacional, enfim, decretasse a Lei Maria da Penha e Lula sancionasse. Isso há apenas dois anos.
Apesar das conquistas, ainda há muito por fazer, principalmente na política partidária. Em Cuiabá, por exemplo, existe apenas uma mulher ocupando cadeira na Câmara de Vereadores, Lueci Ramos. Na Assembléia Legislativa não é diferente. Existe uma somente. Trata-se de Chica Nunes. Dos 8 representantes de Mato Grosso na Câmara Federal, há apenas Thelma de Oliveira, viúva do ex-governador Dante de Oliveira.Neste mesmo espaço, tenho que retratar minha indignação quanto ao fato da mulher, além de trabalhar fora, também se responsabilizar pelos afazeres domésticos.
Deve haver uma mudança cultural em relação a essa discriminação. Por ajudar financeiramente em casa, a mulher passa a ter os mesmos direitos que os homens. Devemos elaborar a cartilha dos Direitos e Deveres dos Homens (rs). Vamos lá!!! Por uma sociedade igualitária em defesa das mulheres!!!
Por Pollyana Araújo
Pela dedicação exercida na atividade em que atua, com o objetivo de ganhar o espaço que antes era apenas do homem, começou a se destacar com certa rapidez. Hoje podemos sair às ruas de cabeça erguida. Além do que, há uma lei que nos ampara das agressões dos homens, que usam da força física para demonstrar poder sobre nós. É uma pena que foi preciso uma mulher ser vítima de tiro e ficar paraplégica e, depois disso, ainda sofresse tentativa de morte por eletrocutação, para que o Congresso Nacional, enfim, decretasse a Lei Maria da Penha e Lula sancionasse. Isso há apenas dois anos.
Apesar das conquistas, ainda há muito por fazer, principalmente na política partidária. Em Cuiabá, por exemplo, existe apenas uma mulher ocupando cadeira na Câmara de Vereadores, Lueci Ramos. Na Assembléia Legislativa não é diferente. Existe uma somente. Trata-se de Chica Nunes. Dos 8 representantes de Mato Grosso na Câmara Federal, há apenas Thelma de Oliveira, viúva do ex-governador Dante de Oliveira.Neste mesmo espaço, tenho que retratar minha indignação quanto ao fato da mulher, além de trabalhar fora, também se responsabilizar pelos afazeres domésticos.
Deve haver uma mudança cultural em relação a essa discriminação. Por ajudar financeiramente em casa, a mulher passa a ter os mesmos direitos que os homens. Devemos elaborar a cartilha dos Direitos e Deveres dos Homens (rs). Vamos lá!!! Por uma sociedade igualitária em defesa das mulheres!!!
Por Pollyana Araújo

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